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São Paulo: IPCA-15 de outubro do Brasil sobe apenas 0,32%, abaixo das previsões, acrescentando uma reviravolta antes do segundo turno presidencial

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A agência de estatísticas brasileira IBGE informou em 23 de outubro: o IPCA-15 de outubro subiu 0,32% no comparativo mensal, abaixo da previsão de 0,43% dos economistas (0,70% anterior); a taxa em 12 meses foi de 4,62%, também abaixo dos 4,73% esperados; alimentos e bebidas (+0,88%) foram o maior impulsionador. Os dados chegam dois dias antes do segundo turno presidencial de 25 de outubro, com a reunião do banco central de 3 a 4 de novembro.

Por que isso importa

O esfriamento veio em um momento decisivo: faltam dois dias para o segundo turno presidencial do Brasil (25 de outubro, Lula x Flávio Bolsonaro), e as carteiras dos eleitores balançam as cédulas; a impressão também dá ao banco central, reunido de 3 a 4 de Novembro, mais uma razão para cortar as taxas.

Um aumento mensal de 0,32% é menos da metade dos 0,70% de setembro, sinalizando um alívio genuíno da pressão inflacionária no Brasil, em vez de ruído estatístico.

Relatório completo

O Instituto Nacional de Estatística do Brasil (IBGE) publicou o índice de preços ao consumidor IPCA-15 em 23 de outubro: outubro subiu 0,32% no comparativo mensal (Reuters, São Paulo), abaixo da previsão de 0,43% dos economistas, contra 0,70% anteriormente.

A taxa em 12 meses ficou em 4,62%, também abaixo dos 4,73% esperados. Alimentos e bebidas subiram 0,88%, o maior contribuinte para o índice.

O momento é delicado: o Brasil realiza o segundo turno presidencial em 25 de outubro (Lula x Flávio Bolsonaro), tornando este o último grande indicador econômico antes da votação; o banco central reúne-se de 3 a 4 de novembro e as apostas do mercado num corte das taxas podem agora aquecer.

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